terça-feira, 15 de setembro de 2020

Debate sobre produção de leite orgânico

Aspectos relacionados à produção de leite orgânico serão debatidos no próximo dia 16, às 19h30, durante webinar organizado pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) e Centro de Inteligência em Orgânicos (CI Orgânicos), em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite). Participarão do encontro o diretor da SNA, Alberto Figueiredo, o presidente da Abraleite, Geraldo Borges, e o coordenador da Comissão Nacional do Leite e Derivados Orgânicos, Junior Saldanha.O debate será moderado pela diretora da SNA e coordenadora do CI Orgânicos/SNA, Sylvia Wachsner. Acesso pelo link youtu.be/ituUytWJO3w.

Malu Casanova, cantora de apenas 14 anos, faz live com música autoral inédita

Malu Casanova, com só 14 anos, chama a atenção pela sua afinação perfeita e presença no palco. Apesar da pouca idade, se mostra muito madura quando o assunto é música. Em live no dia 19, às 18h, Malu apresentará um show mais intimista, no formato acústico, acompanhada pelo musico e produtor Ricardo Marins. Ela vai cantar sucessos de artistas que influenciam sua carreira: músicas do pop internacional e nacional e da MPB. E a grande novidade é que, além das músicas já conhecidas do público, Malu apresentará sua primeira música autoral.

Primeiro filme rodado durante a pandemia tem Milhem Cortaz e Simone Soares no elenco

A atriz Simone Soares acaba de produzir o seu primeiro longa-metragem, o suspense “Até a Noite Terminar”, onde ela também atua. O filme tem previsão de estreia em novembro e foi o primeiro longa rodado em tempos de pandemia. A produção também é estrelada pelos atores Milhem Cortaz, Dandara Albuquerque, Clarisse Abujamra, Cláudio Torres e Lina Maciel, e foi filmado em apenas 11 dias. A produção fala de amor, traição, abuso psicológico e feminicídio.



UNESCO faz soar o alarme sobre o aumento mundial de ataques contra jornalistas

Um novo relatório da UNESCO destaca um aumento acentuado no número de protestos no mundo, durante os quais a polícia e as forças de segurança violaram a liberdade de imprensa no primeiro semestre de 2020. Entre janeiro e junho deste ano, 21 protestos em todo o mundo foram marcados por violações da liberdade de imprensa, incluindo protestos nos quais jornalistas foram agredidos, presos e até mortos.

O novo relatório da UNESCO aponta para uma tendência mais ampla de aumento no uso ilegal de força pela polícia e pelas forças de segurança nos últimos cinco anos. Em 2015, jornalistas que cobriam 15 protestos em todo o mundo foram impedidos pela polícia e pelas forças de segurança. Em 2019, esse número mais que dobrou, passando para 32. O relatório sugere que um novo e preocupante limiar foi ultrapassado, o que revela uma ameaça cada vez maior e mais significativa à liberdade da mídia e do acesso à informação em todas as regiões do mundo.
O relatório também constatou que dez jornalistas foram assassinados enquanto cobriam protestos nestes últimos cinco anos. Na ocasião, cada um desses assassinatos foi condenado pela diretora-geral da UNESCO.
 
Em alguns protestos, ocorreram até 500 violações isoladas, de acordo com o Comitê de Proteção de Jornalistas. Em alguns casos, inclusive durante protestos ligados ao Movimento Vidas Negras Importam (Black Lives Matter Movement), a violência resultou em lesões permanentes, como foi o caso de vários jornalistas que ficaram cegos após serem atingidos por balas de borracha ou por bolas de pimenta. Foto Reuters photojournalist Marco Bello